27 de março de 2023

Escola de Missionários


Em franco andamento, nossa Escola de Missionários, em nossa igreja. Terminados os estudos do atual caderno passamos agora para o caderno 10, com mais três lições. Este curso está sendo adaptado para quem quiser estudá-lo por correspondência. Daremos ainda o aviso.

Isac Rodrigues

1 de fevereiro de 2023

Tradução e esforço

Segundo o missionário e linguista Jessé Fogaça, há no mundo hoje (2023) cerca de 7400 línguas, e somente 720 delas têm a Bíblia completa traduzida. Existe, contudo, um esforço mundial das agências missionárias de tradução, espalhadas pelos cinco continentes. 3090 línguas estão em fase de tradução, o que nos leva a crer que, talvez ainda nesta geração, tenhamos a Palavra de Deus disponível para todos os povos. 

Os trabalhadores são poucos? Sim, ainda são. Mas o que nos encoraja é que essa obra não é nossa. Missões estão no coração de Deus e é Ele quem chama, capacita, encoraja e envia Seus obreiros, para que o nome de Jesus Cristo seja conhecido tanto em Jerusalém (Missões Locais), como na Judéia e Samaria (Missões Nacionais), e até aos confins da Terra (Missões Transculturais). 

(APMT)

1 de agosto de 2022

Conselho Missionário

Ao olhar com cuidado para qualquer organização bem-sucedida, você provavelmente verá à frente dela um líder forte e visionário. John Maxwell, autor de diversos livros sobre liderança, cunhou uma "lei" que tenta resumir esse princípio: "Um grupo não tem a visão maior do que a visão de seu líder". Em relação a missões, não se costuma ser algo diferente. A visão missionária de uma igreja dificilmente está acima da visão missionária de sua liderança pastoral. Assim, para que um igreja se torne mais e mais apaixonada e envolvida em missões, é de extrema importância que o púlpito da igreja proclame regularmente a mensagem missionária local e transcultural.

Mas se engana quem acha que missão se faz apenas de púlpito, com pregações bíblicas inflamadas. Uma igreja missionária se faz com um pastor que transmite um visão missionária bíblica e com homens e mulheres que sonham, pesquisam, planejam, mobilizam e acompanham missionários e projetos de plantação de igreja; um grupo de pessoas que ajuda a liderança a transformar a paixão missionária em projetos tangíveis e mensuráveis. São pessoas que trabalham para que as histórias missionárias da Igreja saiam das páginas do Livro de Atos para os boletins semanais da igreja local.

Cada igreja tem sua história, sua forma de governo e estrutura. Sendo assim, é importante que a liderança identifique a melhor maneira de colocar em prática a obra missionária, ajudando seus membros a identificar o chamado e a colocá-lo nos trilhos. Um grupo, um departamento ou um conselho missionário deve ser composto por pessoas apaixonadas por missões  e atentas às necessidades dos missionários em cada etapa do processo. Nas últimas décadas, a Igreja Brasileira aprendeu bastante. Para muitos, o romantismo no envio missionário Que lugar a um amadurecimento, passando a se importar com áreas nas quais o missionário era completamente desassistido. Vejamos algumas reflexões que podem ser feitas a respeito:

Identificação do Vocacionado

É preciso saber distinguir entre a paixão missionária (algo que deveria ser encontrado em todo o crente) e o chamado missionário (aquela impulsão divina que leva alguns a cruzar mares e culturas para pregar o Evangelho). Para isso, um discipulado bem realizado é de extrema importância. Nas palavras usadas por nosso querido Ronaldo Lidório" Só é bênção longe quem é bênção perto".

Apoio e Parcerias

Uma vez confirmada a vocação, é necessário discernir sobre o destino final do missionário. Muito é dito sobre a questão geográfica ("tenho chamado para tal país"), mas é talvez mais importante saber qual o perfil do missionário, quais são seus dons espirituais e se a área em que ele é frutífero se encaixa nas necessidades do campo missionário. Nesse momento, a parceria com uma agência missionária é de extrema valia, pois sua experiência com campos transculturais pode ajudar o conselho missionário a discernir melhor. Por vezes, a fase de levantamento do sustento se mostra difícil e desanimadora para alguns. Se a igreja que envia enxerga o projeto também como sendo dela, e não só do missionário, é importante que ela o ajude com contatos e portas abertas para a divulgação do trabalho a possíveis parceiros.

A Igreja

Envio e cuidado são duas palavras que não podem se separar. Quem envia deve cuidar. Se plantar igrejas no Brasil não é um tarefa fácil, o que se dirá de ter que ultrapassar barreiras geográficas, culturais, linguísticas, políticas e espirituais para pregar o Evangelho? O papel da igreja também é fundamental após o envio, pois é nesse momento que o conselho missionário deve trabalhar com dedicação para que o missionário não se sinta sozinho no campo e para que a congregação se sinta participante com ele. Os cuidados que temos com os obreiros locais devem fazer parte do cuidado com o missionário.

A igreja deve estar pronta para ser resposta para as seguintes questões: o missionário tem acesso a tratamento de saúde? Tem um plano de aposentadoria? Faz parte de uma equipe ou está só? Tem recebido correspondência da igreja que o enviou? Está conseguindo se manter com dignidade? Quem está constantemente orando por ele? Está alcançando seus objetivos?

Essas são apenas algumas das perguntas que precisamos fazer como igreja que envia, e acredito que possamos ser mais eficientes quando temos um grupo dedicado a isso, prestando contas e alinhando todo o processo com a visão da liderança efetiva da igreja. Não é necessário ter um conselho missionário ou um departamento de missões para progredir na obra missionária, mas sinceramente acredito que um grupo apaixonadamente dedicado a isso na igreja vá ajudar, e muito, a congregação a alçar voos mais altos nessa grande e preciosa tarefa.

Por Luís F. Nacif Rocha



9 de julho de 2022

O Totem da Paz


Entre os Sawis uma tribo de canibais caçadores de cabeças, a tradição era mais que uma filosofia de vida. Constituía-se num “ideal que um sem número de gerações passadas haviam concebido. organizado e aprimorado”. “Cevar com amizade”. para depois assassinar a vítima. era para eles a mais elevada forma de traição. Que tipo de impacto poderia o evangelho causar sobre um povo que veneraria Judas como um símbolo de masculinidade e consideraria o beijo da traição como a expressão suprema da deslealdade? Conheça a história impressionante de um casal de missionários que levou aos selvagens a mensagem transformadora do “Filho da Paz” enviado por Deus.

Recomendo o livro

17 de junho de 2022

O poder de um exemplar do Evangelho

Na cidade de Yu Yang, no oeste da China, um jovem comprou uma cópia do Evangelho Segundo Lucas, em seu dialeto chinês. Quando ele chegou em casa, por três dias consecutivos esteve lendo esse Evangelho sem a ajuda de qualquer pregador ou outra pessoa cristã. Lucas tomou posse de sua vida de tal maneira que o jovem chinês deixou de lado tudo que o pudesse atrapalhar, a fim de que pudesse melhor estudá-lo; enquanto isso, ele estava esperando por alguma indicação de Deus para saber o que fazer. Nisso um missionário chegou à vila e o jovem chinês descobriu com prazer que pessoas de outros países também sabiam algo sobre Jesus. Mais tarde, quando o missionário Hsu Ming-Chih se encontrou com o jovem chinês, descobriu que ele havia aprendido o Evangelho de cor de Lucas; e, o melhor de tudo, havia aprendido com o coração, porque estava praticando. Isto demonstra o que uma única cópia do Evangelho pode fazer. Toda vez que eu dou um Evangelho eu oro e acredito que produzirá um bom resultado.
W. E. Schubert / 500 Ilustraciones Cristianas - Bibliopedia