Quando lemos biografias de missionários que sobressaíram na obra do Senhor, nossa mente viaja junto com eles pelos campos missionários. Podemos acompanhar em pensamentos missionários como Hudson Taylor que foi para a China e lá desenvolveu uma grande obra.
Também podemos ler a respeito de William Carey, de David Livongstone como eles entregaram suas vidas para levar a mensagem do Evangelho até os confins da terra.
Estes heróis da fé também tiveram que enfrentar problemas, dificuldades, enfermidades, e a morte de familiares. Outras vezes ficaram diante de decisões difíceis, tentando ir para um lugar, ou para outro, mas qual era a vontade de Deus?
Aí nos surge a situação em que se encontrava o apóstolo Paulo. Ele queria pregar a mensagem do Evangelho na Ásia, mas o Espírito Santo não lhes permitiu. Tentou ir para Bitínia, e outra vez o Espírito de Jesus não o permitiu. Que fazer? Buscar a direção de Deus. Parar e perguntar – e agora Senhor?
À noite sobreveio a Paulo uma visão, na qual ele viu um homem macedônio que dizia, passa à Macedônia e ajuda-nos. Paulo entendeu que era o Senhor, e ele foi obediente, e pregou Evangelho na Europa.
Os caminhos de Deus nem sempre estão expostos diante de nós. Ele nos guia passo a passo, e nem sempre sabemos qual será o próximo local onde Deus irá nos levar. O importante é que sejamos fiéis, e estejamos dispostos a obedecer aonde o Senhor nos mandar.
O Reino dos céus precisa ser anunciado, e a mensagem de salvação precisa ser pregada em toda a terra. Hoje há muitos meios de comunicação, e muitas vezes podemos alcançar outras pessoas por meio do rádio, ou TV, ou por meio da Internet, mas ainda a folha impressa, e o testemunho pessoal são usados por Deus para confrontar pessoas com a Palavra de Deus. Não importa para onde, nem quais os meios, o importante é fazer a vontade do Senhor e dizer como disse Isaias: Eis-me aqui, envia-me a mim.
Victor Arndt - MEDITAÇÕES
21 de novembro de 2018
17 de setembro de 2018
52 razões para usar folhetos evangelísticos
por Doug Salser
Qualquer cristão comprometido pode usar folhetos e demais literaturas evangelísticas quase em qualquer lugar , quase a qualquer hora! Escolha o folheto com cuidado, certificando-se de que eles apresentem as palavras de Deus na Bíblia e possuam uma explicação clara e bíblica da salvação. Se você está fazendo um esforço consciente para crescer em Cristo e ser guiado pelo Espírito Santo, Deus vai lhe dar muitas oportunidades para usar folhetos/literaturas para compartilhar o evangelho a cada semana e normalmente todos os dias - se você estiver disposto!
Um bom motivo para usar um folheto é por que...
Oferece um caminho para os cristãos responsáveis para compartilhar o evangelho, muitas vezes e amplamente. É tão fácil de dar a outra pessoa com um sorriso e incentivo para ler.
Explica o evangelho de forma clara e simples para que o leitor possa tomar uma decisão de confiar em Cristo se ele está naquele ponto em seu entendimento e desejo pessoal de acreditar.
Vai a qualquer lugar com você, trabalho, escola, férias, shopping, restaurantes.
Pode realizar seu objetivo a qualquer hora do dia ou da noite, inverno ou verão, momentos bons ou ruins, "agora" ou "mais tarde".
Pode tirar proveito de um evento especial, eleições, Dia das Crianças, eventos esportivos, levando em conta esse interesse das pessoas e demonstrando a verdade de Deus relacionada a ele.
Injeta verdade espiritual através de mensagens do evangelho especializadas durante as épocas de Natal, Ano Novo, Páscoa, Carnaval, quando as pessoas estão pensando sobre eles.
Adora viajar por pessoa, ou por correio; e muitas vezes é lido por mais de uma pessoa!
Pode ser adaptado a muitos outros formatos - jornais, revistas, blogs e e-mails.
Custa muito pouco, tornando-o fácil de comprar para distribuir.
São tão acessíveis que podem ser usados em quantidade, multiplicando o seu testemunho.
É portátil, cabe no bolso, bolsa, agenda, bolsa para laptop, porta luvas do carro, etc.
Aborda temas que estão na mídia, bem como tópicos que são atemporais.
Usa uma variedade de formatos de design e estilos que lhe dão muitas opções e favoritos.
Se encaixa em sua rotina normal da vida, se você está vivendo uma vida cristã coerente.
Oferece o ponto de vista de Deus sobre a vida e questões de morte.
Transmite o seu ponto de vista em um formato fácil de ler, breve, adequado para uma mensagem de áudio, mensagens de texto por celular, geração de e-mails.
Atravessa obstáculos educacionais e está disponível em vários níveis de complexidade, das mensagens mais simples às mais elaboradas.
Podem se comunicar em idiomas que você não fala.
Abrange as diferenças de idade e de gênero.
Não requer um grau de conhecimento, dons especiais, treinamento ou experiência de usar.
Nunca muda ou compromete a sua mensagem.
Atravessa barreiras socioeconômicas.
Pode conter a única porção da Palavra de Deus que algumas pessoas já leram na vida.
Nunca argumenta ou perde a paciência, nunca se cansa ou desiste.
Dá a sua mensagem, quando o leitor está pronto a recebê-la.
Continua a repetir sua mensagem tantas vezes quanto necessário.
Servem como pontes étnicas / para atravessar barreiras culturais.
Pode iniciar uma conversa.
Reforça o que você diz sobre o evangelho em uma conversa, ou sermão.
Compartilha a sua mensagem quando uma conversa não é possível, em uma carta, com um pagamento de contas, ou quando você tem apenas alguns segundos com outra pessoa.
Pode abordar temas importantes (quando escrito por um especialista), temas nos quais você não é pessoalmente um perito (em temas de ciência ou pró-vida, por exemplo).
Pode se comunicar com alguém que não sabe ler, que recebe alguém para ler para ele.
Geralmente adiciona sua mensagem a outros fatores do passado do leitor que pode, eventualmente, levar a pessoa à salvação.
Mantém a sua mensagem para que o destinatário possa voltar a lê-lo muitas vezes, se desejado.
Pode orientar a pessoa a confiar em Cristo como Salvador, como ele entende a sua mensagem.
Fornece um ponto de referência para o leitor encontrar ajuda espiritual entrando em contato com a editora, igreja local, ou site listado na parte de trás.
Pode ser usado em saídas da igreja do bairro e em visitação a outros locais.
Pode ser reformatado e usado com permissão da editora/responsável em anúncios de jornal, boletins da igreja ou enviados por correio em datas estratégicas, como Natal, Páscoa, feriados patrióticos, tempos de dificuldade ou desastre.
Pode ser adaptado para a internet (com permissão) para espalhar a sua mensagem entre as pessoas e lugares onde não podiam ou não podem chegar através de papel e tinta: através de e-mail, blogs, sites, redes sociais, etc.
Faz uma apresentação adequada para dar com lembranças de Natal (ou presentes) para os vizinhos a cada ano. Um excelente acompanhamento para dar a todos os frequentadores de programas e eventos da igreja, corais natalinos, de Páscoa e em ocasiões patrióticas.
Adapta-se facilmente em envelopes de pagamento de contas, assim você pode compartilhar o evangelho com pessoas que você nunca vai alcançar de outra forma... enquanto você paga suas contas em dia!
Pode ser dado aos garçons em restaurantes, manobristas de estacionamento, e atendentes de hotéis, depois de uma amigável interação e SE você ofereceu uma gorjeta. Pois assim você aumenta em muito as chances do material ser realmente lido.
Pode ser entregue a qualquer pessoa que o ajudou em uma loja, auxiliou-o no registro, dando-lhe conselhos sobre o produto ou direções para achar um item... Se você exibiu uma atitude cristã durante essa interação.
Pode ser distribuído no exterior em viagens de curto prazo de missão, estudo, a trabalho ou em férias, no idioma do país a ser visitado.
Pode ser usado com a juventude e em programas infantis para se certificar de que o evangelho é claramente apresentado e levado para casa para que os pais possam também receber a mensagem.
Funciona bem como um auxiliar durante programas especiais de sensibilização da comunidade e eventos como culto ao ar livre, ações sociais, Natal e apresentações de Páscoa, etc.
Pode ser colocado em um balcão de negócios ou aparador de escritório para as pessoas pegarem, em suportes de folhetos em locais públicos, empresas e áreas de alto tráfego, e onde as pessoas fazem muita espera.
Podem ser incluídos em pacotes de socorro e cestas básicas e de Natal que são dadas a famílias carentes.
Pode enfocar diretamente certas crenças falsas, seitas, cultos e religiões, comparando esses ensinamentos à verdade de Deus nas Escrituras.
Pode ser incluído com um cartão de Natal ou carta anual para um testemunho evangélico claro.
Dá-lhe a oportunidade de compartilhar o evangelho até mesmo no mais breve dos encontros pessoais com clientes ou vendedores, atendentes de estacionamento, motoristas de ônibus, seu médico e sua equipe, motoristas de táxi. Em nosso mundo ocupado você vai ver muitas pessoas na próxima semana que você pode nunca ver de novo, mas graças ao seu ato de semear, muitas delas podem aprender sobre a oferta de Deus de perdão e da vida eterna!
Lembre-se ... quando Deus quis revelar-se a Si mesmo, a Sua vontade e o Seu plano para a humanidade, Ele escolheu a impressão da Bíblia! Ele vai sempre usar o impresso, contanto que Ele continue a usar a Sua Palavra escrita. Estas razões ilustram porque um folheto evangélico é o melhor "púlpito portátil" que conhece a humanidade!
Traduzido a partir de http://www.litmin.org/materials.php?id=3
"© Literature Ministries International (www.litmin.org). Reproduzido com permissão."
Fonte blogue Veredas Missionárias
14 de agosto de 2018
Pieta, e seu Porquinho Cor-de-Rosa

Um leitor me pediu novamente a história de Pieta, e seu Porquinho Cor-de-Rosa. Indico o link, publicado aqui no PM, uma história missionária extremamente triste, uma história de rejeição, de morte, mas, contudo, com um final feliz com o perdão de Deus e Sua graça sobre quem foi perseguidor do Evangelho de Jesus. Leia essa história. Compartilhe e deixe o seu comentário. Clique no link abaixo:
Pieta, e seu porquinho cor-de-rosa
22 de junho de 2018
Por Que, às Vezes, Alguns Missionários Fracassam
Por Que, às Vezes, Alguns Missionários Fracassam e o que a igreja pode fazer a respeito
John Kayser
Certa ocasião, um amigo meu foi enviado para as Filipinas como missionário, e ainda quando ia do aeroporto para seu novo lar, teve um grande choque cultural. Ele se recusava a sair da base da missão, foi ficando retraído e passou a se comportar de um jeito meio esquisito. Os líderes da missão chegaram a pensar em mandá-lo de volta para casa.
Entretanto, depois de quatro dias de sua chegada, dois amigos missionários o pegaram pelo braço e o forçaram a ir dar uma volta com eles. Então, eles o levaram ao mercado, onde ele pôde entrar em contato com cheiros, sons, ver os lugares, e tudo o mais. Também o levaram a um restaurante típico do local, e o fizeram experimentar a comida. Durante esse tempo, eles compartilharam com ele as suas próprias experiências, e isso começou a mudar o seu modo de pensar, fazendo com que ele percebesse que as coisas não eram tão ruins assim. Esses amigos estiveram com ele em todo o tempo durante o seu primeiro ano. No final, ele acabou servindo ao Senhor naquele campo por mais de 25 anos.
Inicialmente, isso tinha tudo para ser um fracasso missionário; contudo, o esforço daqueles dois missionários conseguiu mudar tudo.
As razões por que os missionários às vezes fracassam são muito complexas. A seguir, alguns dos fatores que podem causar conflitos e fracassos iniciais, segundo alguns pesquisadores:
1. Questões Pessoais, como falta de disciplina, falta de conhecimento e habilidades, necessidades físicas, espirituais ou emocionais, baixa autoestima, e estar sempre na defensiva.
2. Questões Interpessoais, incluindo a incapacidade de se relacionar com colegas missionários e líderes de campo, bem como dificuldade de resolver conflitos tanto com a liderança, como com pessoas locais.
3. Estresse e Mudanças relacionados à adaptação cultural e linguística, desafios com a educação das crianças, fatores estressantes da comunicação e questões referentes à mudança e relocação em uma nova cultura.
4. Questões Transculturais, incluindo a incapacidade de se relacionar com a cultura ou outras pessoas, recusa ou incapacidade de mudar e adaptar-se a diferentes maneiras de trabalhar, pensar e falar, e falta de flexibilidade para trocar de função e ministérios.
5. Questões Ministeriais da Missão, tais como desafios do trabalho, falta de dons ministeriais, falta de visão e expectativa exagerada (expectativas que tenham sido manifestas).
Embora tudo isso pareça negativo, devemos entender que servir em missões transculturais é uma das transições mais difíceis que uma pessoa pode fazer. Por isso, o papel da igreja é vital, tanto como parceira no envio, como apoiando o missionário.
Então, o que a igreja pode fazer para manter seus missionários no campo? É muito importante envolver-se completamente com eles, independente de qual estágio do processo de filiação na missão eles estejam.
Primeiro, ensine os jovens a terem disciplina em sua vida pessoal e espiritual. Procure transmitir-lhes visão de trabalho com povos não alcançados e providencie para que tenham experiência com evangelismo (antes de irem para o campo). Incentive-os a serem pessoas flexíveis, por causa da variedade de experiências ministeriais que eles terão em vários contextos, bem como a ter disposição para servir debaixo de liderança, e junto com outras pessoas.
Segundo, avalie juntamente com eles o seu chamado para missões e seu andar com Deus. Este é um chamado sagrado – precisamos honrar o desejo deles em servir dessa maneira. Invista no crescimento de sua capacidade de administrar, interações interpessoais, e dons ministeriais. Obviamente, isso significa que haverá atividades e ministérios fora da igreja – em comunidades e em contextos transculturais.
Terceiro, caminhe com eles através do processo de candidatura, nos primeiros anos no campo, e também no seu ministério a longo prazo. Não deixe a tarefa de acompanhá-los somente para a organização missionária; escreva pra eles, ore por eles, visite, aconselhe, incentive. Conheça seus planos de ministério, expectativas, programação e disciplinas diárias; isso não será invasivo se você os estiver enviando e apoiando. Conecte-os à missão, fazendo com que saibam da parceria que ela pretende com eles. É muito bom quando o missionário, sua igreja, e a organização conseguem se unir para desenvolver o ministério.
E, por fim, certifique-se de que em suas viagens de furlough (um tipo de férias pra levantar sustento e visitar mantenedores e familiares), os missionários consigam separar algum tempo para o seu descanso pessoal. Eles frequentemente voltam ao campo mais exaustos do que quando partiram, e isso por causa de todo o esforço para manter e desenvolver sua equipe de mantenedores, e as visitas que precisam fazer.
Acima de tudo, crie equipes de oração que os apresentem constantemente ao Senhor, para que possam superar essas dificuldades, e para que o Espírito os dirija e os faça frutificar.
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JOHN KAYSER nasceu e foi criado na Etiópia, e juntou-se à Bethany International em 1993, como consultor de treinamento missionário. Seu modelo de treinamento estimulou mais de 300 escolas de treinamento missionário, em dezenas de países.
Photo: Ben White
Fonte
https://www.mensagemdacruz.online/blogs/news/por-que-as-vezes-alguns-missionarios-fracassam
16 de junho de 2018
Oferta missionária, graça de Deus
Hernandes Dias Lopes
"A Bíblia diz que a contribuição não é um peso...", mas uma graça e graça é um dom imerecido (2Co 8.1). A contribuição não é apenas algo que oferecemos a Deus, mas sobretudo, um favor que Deus concede a nós. Deus nos dá o privilégio de sermos parceiros no grande projeto de evangelizarmos o mundo e assistirmos os santos. A contribuição é uma semeadura e o dinheiro é uma semente. A semente que se multiplica é a que semeamos e não a que comemos. Quando semeamos com fartura, colhemos com abundância (2Co 9.6). Quando semeamos coisas materiais, recebemos bênçãos espirituais na mesma medida que aqueles que semeiam as coisas espirituais, recolhem bens materiais (1Co 9.11).
Como devemos contribuir para a obra missionária?
Em primeiro lugar, devemos contribuir com alegria (2Co 9.7). A contribuição deve ser um momento de grande alegria. Dar com tristeza para a obra de Deus não tem sentido, pois antes de Deus aceitar a oferta, Ele precisa aceitar o ofertante. O Senhor Jesus diz que mais bem-aventurado é dar do que receber (At 20.35).
Em segundo lugar, devemos contribuir com proporcionalidade (1Co 16.2). A proporção é o melhor sistema da contribuição. Não deve existir sobrecarga para aquele que tem pouco nem insensibilidade por aquele que tem em abundância. O apóstolo Paulo coloca esse princípio da seguinte maneira: “Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem. Porque não é para que os outros tenham alívio, e vós, sobrecarga; mas para que haja igualdade, suprindo a vossa abundância, no presente, a falta daqueles, de modo que a abundância aqueles venha suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade, como está escrito: o que muito colheu não teve demais; e o que colheu pouco não teve falta.”
Em terceiro lugar, devemos contribuir com regularidade (1Co 16.2). A contribuição deve ser regular, metódica e sistemática. Assim como as necessidades dos missionários são constantes, as ofertas precisam também ser constantes. As ofertas missionárias não devem ser esporádicas e espasmódicas, pois as necessidades são diárias. Não podemos reter em nossas mãos os recursos que devem promover o avanço do reino de Deus e o sustento dos obreiros do reino. A obra missionária é uma tarefa de toda a igreja. Aqueles que vão não devem receber nem menos nem mais do que aqueles que ficam guardando a bagagem (1Sm 30.24).
Em quarto lugar, devemos contribuir com sacrifício (2Co 8.3-5). Não contribuímos apenas com as sobras, mas, sobretudo, com o que nos é essencial. Devemos dar não apenas da nossa riqueza, mas também da nossa pobreza, sabendo que Deus é quem multiplica a nossa sementeira para continuarmos investindo na sua obra (2Co 9.10). Os crentes macedônios nos dão o exemplo: “Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários, pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também se deram a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus” (2Co 8.3-5).
Em quinto lugar, devemos contribuir com senso de adoração (Fp 4.18). A oferta missionária é como aroma suave e como sacrifício aceitável e aprazível a Deus. Na mesma medida que assistimos as necessidades dos santos, tributamos culto de adoração a Deus com nossas ofertas. A contribuição cristã não é apenas algo financeiro. Ela desencadeia reflexos no céu e na terra; ela toca o coração de Deus e o coração dos homens.
Via http://www.sepal.org.br
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