14 de junho de 2013
Veredas Missionárias: Médicos cristãos brasileiros e a necessidade de mé...
Veredas Missionárias: Médicos cristãos brasileiros e a necessidade de mé...: MÉDICOS CRISTÃOS BRASILEIROS Carta do Pr. José Rodrigues http://www.mcmpovos.com.br Amados pastores e irmãos que estão lendo es...
10 de junho de 2013
16 de abril de 2013
CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO DE RECURSOS VOLTADA À CAUSA DA BÍBLIA
Há 65 anos distribuindo sementes de esperança
Ao celebrar mais um ano de existência, a Sociedade Bíblica do Brasil lança campanha de arrecadação de recursos voltada à Causa da Bíblia.
Em 10 de junho, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) completa 65 anos de existência. Fundada em 1948, com a missão de "Dar a Bíblia à Pátria", a entidade tem empreendido inúmeras ações para difundir o Livro Sagrado e sua mensagem a todas as pessoas. Tanta dedicação tem se traduzido em superação de recordes de distribuição da Palavra em todo o País. No ano de 2012, a SBB disponibilizou perto de 7,4 milhões de Bíblias, um crescimento da ordem de 9% em relação a 2011. A SBB agradece as igrejas, organizações e cristãos brasileiros pelos resultados alcançados com o sentimento de que ainda há muito a ser feito para que a Palavra de Deus seja semeada no coração de todos os brasileiros. Por essa razão, a entidade lança campanha de arrecadação de recursos voltada à Causa da Bíblia.
Para que tenha êxito em sua missão, a entidade convida as igrejas e organizações cristãs, além dos cristãos brasileiros, a aderirem à campanha. "Tornar as Sagradas Escrituras e seus ensinamentos disponíveis a todos os públicos é o principal desafio da SBB. E o envolvimento das igrejas nesse processo é fundamental", afirmou Mário Rost, coordenador da campanha e gerente de Desenvolvimento lnstitucional da SBB. "A entidade foi fundada há mais de seis décadas pelas igrejas, a fim de servi-Ias com Escrituras, pois é por meio das igrejas que a Palavra de Deus chega às mãos das pessoas. Mas, para que a SBB continue empreendendo sua missão, é preciso o comprometimento das igrejas no suporte à obra bíblica", ponderou Rost.
Aqueles que desejarem aderir à campanha de arrecadação de recursos pela Causa da Bíblia poderão participar doando qualquer valor. Mas a sugestão é que cada pessoa ou organização faça a doação mínima de R$ 65,00 - R$ 1,00 para cada ano de existência da SBB. A oferta poderá ser depositada diretamente na seguinte conta:
Banco Bradesco - Agência 3390-1 - Conta Corrente 18512-4.
A entidade também convida os cristãos que doam recursos financeiros por meio dos programas Sócio Evangelizador e Clube Uma Bíblia por Mês a contribuírem. Para obter mais informações sobre os programas da SBB e como fazer parte dessa iniciativa, os interessados podem fazer contato por meio do e-mail relacionamento@sbb.org.br.
Parte da literatura bíblica produzida pela SBB é disponibilizada gratuitamente por meio de seus programas sociais, que beneficiam pessoas em situação de vulnerabilida de social, como crianças, adolescentes, idosos, enfermos e detentos. "Todos esses públicos são alvo de ações, cujo objetivo é proporcionar mais qualidade de vida e a sua transformação por meio da Palavra", afirmou Rost.
Ao trabalhar em conjunto com igrejas e organizações cristãs, a SBB amplia sua capacidade de abastecer com Bíblias todas as regiões do País. Dessa maneira, torna ainda mais eficiente a distribuição da Palavra a diferentes segmentos da população.
Revista A Bíblia no Brasil, abril a julho de 2013 - ano 65 - nº 239
www.sbb.org.br
Ao celebrar mais um ano de existência, a Sociedade Bíblica do Brasil lança campanha de arrecadação de recursos voltada à Causa da Bíblia.
Em 10 de junho, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) completa 65 anos de existência. Fundada em 1948, com a missão de "Dar a Bíblia à Pátria", a entidade tem empreendido inúmeras ações para difundir o Livro Sagrado e sua mensagem a todas as pessoas. Tanta dedicação tem se traduzido em superação de recordes de distribuição da Palavra em todo o País. No ano de 2012, a SBB disponibilizou perto de 7,4 milhões de Bíblias, um crescimento da ordem de 9% em relação a 2011. A SBB agradece as igrejas, organizações e cristãos brasileiros pelos resultados alcançados com o sentimento de que ainda há muito a ser feito para que a Palavra de Deus seja semeada no coração de todos os brasileiros. Por essa razão, a entidade lança campanha de arrecadação de recursos voltada à Causa da Bíblia.
Para que tenha êxito em sua missão, a entidade convida as igrejas e organizações cristãs, além dos cristãos brasileiros, a aderirem à campanha. "Tornar as Sagradas Escrituras e seus ensinamentos disponíveis a todos os públicos é o principal desafio da SBB. E o envolvimento das igrejas nesse processo é fundamental", afirmou Mário Rost, coordenador da campanha e gerente de Desenvolvimento lnstitucional da SBB. "A entidade foi fundada há mais de seis décadas pelas igrejas, a fim de servi-Ias com Escrituras, pois é por meio das igrejas que a Palavra de Deus chega às mãos das pessoas. Mas, para que a SBB continue empreendendo sua missão, é preciso o comprometimento das igrejas no suporte à obra bíblica", ponderou Rost.
Aqueles que desejarem aderir à campanha de arrecadação de recursos pela Causa da Bíblia poderão participar doando qualquer valor. Mas a sugestão é que cada pessoa ou organização faça a doação mínima de R$ 65,00 - R$ 1,00 para cada ano de existência da SBB. A oferta poderá ser depositada diretamente na seguinte conta:
Banco Bradesco - Agência 3390-1 - Conta Corrente 18512-4.
A entidade também convida os cristãos que doam recursos financeiros por meio dos programas Sócio Evangelizador e Clube Uma Bíblia por Mês a contribuírem. Para obter mais informações sobre os programas da SBB e como fazer parte dessa iniciativa, os interessados podem fazer contato por meio do e-mail relacionamento@sbb.org.br.
Parte da literatura bíblica produzida pela SBB é disponibilizada gratuitamente por meio de seus programas sociais, que beneficiam pessoas em situação de vulnerabilida de social, como crianças, adolescentes, idosos, enfermos e detentos. "Todos esses públicos são alvo de ações, cujo objetivo é proporcionar mais qualidade de vida e a sua transformação por meio da Palavra", afirmou Rost.
Ao trabalhar em conjunto com igrejas e organizações cristãs, a SBB amplia sua capacidade de abastecer com Bíblias todas as regiões do País. Dessa maneira, torna ainda mais eficiente a distribuição da Palavra a diferentes segmentos da população.
Revista A Bíblia no Brasil, abril a julho de 2013 - ano 65 - nº 239
www.sbb.org.br
10 de março de 2013
A LINGUAGEM DE MISSÕES QUE PREJUDICA O REINO
É a apoteose da conferência missionária. O público é internacional. Delegados de todos os continentes da Terra estão presentes, adorando a Deus a plenos pulmões. Estou sentada ao lado de um casal africano bem vestido, com turbantes e bijuterias artesanais. Estamos unidos e temos uma emoção de reino, de estarmos cumprindo o plano de Deus para a humanidade. As culturas diferentes são uma bênção para o reino, não um tropeço. Os povos do mundo se completam na sua diversidade. Estamos diante do trono.
O louvor termina e nos sentamos. Começa um filme para a promoção de um ministério de misericórdia na África. Em alta definição desfilam crianças com costelas expostas, mães com seios vazios, miséria, fome, doenças, falta de esperança, vergonha. Abaixo minha cabeça. Não consigo mais olhar nos olhos dos africanos ao meu lado. A sensação de igualdade do reino se foi. Tudo o que sobra são os ricos e os pobres, os escolhidos e os não-escolhidos, os que podem dar e os que só recebem de cabeça baixa.
Na hora da oração pergunto ao casal:
-- Como vocês se sentem depois disto?
A mulher me responde:
-- Infelizmente, para sobreviver, me acostumei...
Alguns anos já se passaram. Muitas missões já mudaram seu paradigma de “países receptores e países enviadores” para “todos em todo lugar”. Porém não fizemos ainda muito progresso quanto a nossa linguagem. As tribos ainda são “primitivas”, a África é uma ferida sangrenta, muçulmanos são mouros terroristas e a China é o gigante desajeitado que inspira desconfiança.
Mesmo que alguns possam argumentar que os estereótipos tenham algo de verdade, quando cremos no reino concordamos com a “imago Dei”. A imagem de Deus nas pessoas e nos povos tem que ser o pressuposto que usamos para vê-los. E deve ser mais forte do que as concepções terrenas. Quando preconceitos nos guiam, esperamos o pior, duvidamos, superprotegemos. Se entendermos o valor e a capacidade conferida pela “imago Dei”, seremos levados a outro nível de relacionamento. Esperar o sonho de Deus ser expresso nas pessoas e nos povos nos conduz ao respeito, à mutualidade, a parcerias verdadeiras, ao reino.
Lembro-me de um pastor amigo me dizendo que a maior parte das cartas missionárias que recebia poderia ser intitulada “Meu sofrimento”. Para fazer minha luz brilhar mais forte, pinto as trevas ao meu redor mais densas. “Admire quão santo sou à luz de quão terrível este povo é”. Esse é um hábito comum desde o missionário que descreve a comida horrível e exótica que comeu entre os selvagens até o pastor que enfatiza o testemunho de pecado das ovelhas antes de se juntarem à sua maravilhosa igreja.
Jesus não era assim. Ele encontrava beleza, fé e generosidade onde aparentemente não havia nenhuma. Ele louvou os fariseus na frente dos judeus que os desprezavam, honrou mulheres diante de homens que não lhes davam valor, contou a história do publicano que alcançou perdão em contraposição ao religioso que não o obteve, se gabou da fé do centurião, o epítome do anti-Deus para o judeu de sua época.
O povo-alvo para Jesus era honrado, cheio de fé, corajoso e honesto. Jesus trabalhou para gerar entre as pessoas respeito e apreciação mútua.
Como mudar o hábito de usar essa linguagem missionária baseada em preconceitos e que não promove o reino? A regra continua sendo a mesma proposta por Jesus: “O que você não quer que seja feito a você, não faça aos outros”. Se você não quer que seu país seja referência de malandragem, promiscuidade sexual e corrupção política, então não estereotipe o país, a cultura, o comportamento moral e a economia de seu próximo (Fp 4.8).
(Bráulia Ribeiro trabalhou na Amazônia durante trinta anos. Hoje mora em Kailua-Kona, no Havaí, com sua família e está envolvida em projetos internacionais de desenvolvimento na Ásia. É autora de Chamado Radical.
braulia_ribeiro@yahoo.com)
Fonte: http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/331/a-linguagem-de-missoes-que-prejudica-o-reino/missoes
O louvor termina e nos sentamos. Começa um filme para a promoção de um ministério de misericórdia na África. Em alta definição desfilam crianças com costelas expostas, mães com seios vazios, miséria, fome, doenças, falta de esperança, vergonha. Abaixo minha cabeça. Não consigo mais olhar nos olhos dos africanos ao meu lado. A sensação de igualdade do reino se foi. Tudo o que sobra são os ricos e os pobres, os escolhidos e os não-escolhidos, os que podem dar e os que só recebem de cabeça baixa.
Na hora da oração pergunto ao casal:
-- Como vocês se sentem depois disto?
A mulher me responde:
-- Infelizmente, para sobreviver, me acostumei...
Alguns anos já se passaram. Muitas missões já mudaram seu paradigma de “países receptores e países enviadores” para “todos em todo lugar”. Porém não fizemos ainda muito progresso quanto a nossa linguagem. As tribos ainda são “primitivas”, a África é uma ferida sangrenta, muçulmanos são mouros terroristas e a China é o gigante desajeitado que inspira desconfiança.
Mesmo que alguns possam argumentar que os estereótipos tenham algo de verdade, quando cremos no reino concordamos com a “imago Dei”. A imagem de Deus nas pessoas e nos povos tem que ser o pressuposto que usamos para vê-los. E deve ser mais forte do que as concepções terrenas. Quando preconceitos nos guiam, esperamos o pior, duvidamos, superprotegemos. Se entendermos o valor e a capacidade conferida pela “imago Dei”, seremos levados a outro nível de relacionamento. Esperar o sonho de Deus ser expresso nas pessoas e nos povos nos conduz ao respeito, à mutualidade, a parcerias verdadeiras, ao reino.
Lembro-me de um pastor amigo me dizendo que a maior parte das cartas missionárias que recebia poderia ser intitulada “Meu sofrimento”. Para fazer minha luz brilhar mais forte, pinto as trevas ao meu redor mais densas. “Admire quão santo sou à luz de quão terrível este povo é”. Esse é um hábito comum desde o missionário que descreve a comida horrível e exótica que comeu entre os selvagens até o pastor que enfatiza o testemunho de pecado das ovelhas antes de se juntarem à sua maravilhosa igreja.
Jesus não era assim. Ele encontrava beleza, fé e generosidade onde aparentemente não havia nenhuma. Ele louvou os fariseus na frente dos judeus que os desprezavam, honrou mulheres diante de homens que não lhes davam valor, contou a história do publicano que alcançou perdão em contraposição ao religioso que não o obteve, se gabou da fé do centurião, o epítome do anti-Deus para o judeu de sua época.
O povo-alvo para Jesus era honrado, cheio de fé, corajoso e honesto. Jesus trabalhou para gerar entre as pessoas respeito e apreciação mútua.
Como mudar o hábito de usar essa linguagem missionária baseada em preconceitos e que não promove o reino? A regra continua sendo a mesma proposta por Jesus: “O que você não quer que seja feito a você, não faça aos outros”. Se você não quer que seu país seja referência de malandragem, promiscuidade sexual e corrupção política, então não estereotipe o país, a cultura, o comportamento moral e a economia de seu próximo (Fp 4.8).
(Bráulia Ribeiro trabalhou na Amazônia durante trinta anos. Hoje mora em Kailua-Kona, no Havaí, com sua família e está envolvida em projetos internacionais de desenvolvimento na Ásia. É autora de Chamado Radical.
braulia_ribeiro@yahoo.com)
Fonte: http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/331/a-linguagem-de-missoes-que-prejudica-o-reino/missoes
21 de fevereiro de 2013
CRISTÃO REFUGIADO CONTA A HISTÓRIA DE UMA BÍBLIA ESCONDIDA
A Coréia do Norte é considerado atualmente o país mais isolado para o cristianismo. As missões que levam o evangelho para o país precisam de muita discrição e planejamento estratégico para não cometer erros, pois caso contrário, tanto missionários quanto norte-coreanos que forem pegos falando sobre a religião cristã, podem sofrer consequências graves.
Um refugiado cristão relatou à missão Portas Abertas sua história de vida com relação ao cristianismo. Lee Joo-Chan contou que na sua infância, seus pais esperavam anoitecer para desenterrar a Bíblia: “Todas as noites eles iam até o jardim e desenterravam um pote. Eles tiravam um livro de capa preta e o liam. Eles sempre nos disseram para nunca falar desse livro para outras pessoas. Eu sabia que eles não estavam brincando conosco e que seríamos mortos se outras pessoas soubessem do livro proibido. Às vezes minha mãe dizia que Deus estava vivo e que nós tínhamos que obedecê-lo”.
Como a Coréia do Norte é regida por um sistema totalitário, as decisões tomadas pelo governo são absolutas e não há meios para recorrer, principalmente para os camponeses, que vivem isolados do mundo no interior do país.
Em um determinado dia, a família de Joo-Chan foi levada para trabalhar no campo, e esse isolamento durou anos. O refugiado relata que as circunstâncias eram horríveis. Em todo esse tempo, a Bíblia permaneceu escondida no pote enterrado no jardim da antiga casa.
Quando foram liberados, a missão Portas Abertas pode então, ajudá-los a se restabelecerem através dos contatos que são mantidos na Coréia do Norte. “Eles eram tão gratos, eles nos deram essa Bíblia”, afirmou Simon, referindo-se à Bíblia do pote. Simon, que não teve seu segundo nome revelado para mantê-lo discreto, é o principal correspondente da Portas Abertas para os cristãos perseguidos na Coréia do Norte. “Claro que nos certificamos que eles recebessem uma nova bíblia”, afirmou o missionário, que pretende um dia levar todos os materiais ligados ao cristianismo que são enviados para fora do país pelos cristãos da Coréia do Norte, de volta ao território norte-coreano: “Então poderemos mostrar ao povo norte-coreano o infinito e indestrutível poder da Palavra de Deus”, disse.
http://www.adsananduva.com.br/site/coreia-do-norte-cristao-refugiado-conta-a-historia-de-uma-biblia-escondida
Um refugiado cristão relatou à missão Portas Abertas sua história de vida com relação ao cristianismo. Lee Joo-Chan contou que na sua infância, seus pais esperavam anoitecer para desenterrar a Bíblia: “Todas as noites eles iam até o jardim e desenterravam um pote. Eles tiravam um livro de capa preta e o liam. Eles sempre nos disseram para nunca falar desse livro para outras pessoas. Eu sabia que eles não estavam brincando conosco e que seríamos mortos se outras pessoas soubessem do livro proibido. Às vezes minha mãe dizia que Deus estava vivo e que nós tínhamos que obedecê-lo”.
Como a Coréia do Norte é regida por um sistema totalitário, as decisões tomadas pelo governo são absolutas e não há meios para recorrer, principalmente para os camponeses, que vivem isolados do mundo no interior do país.
Em um determinado dia, a família de Joo-Chan foi levada para trabalhar no campo, e esse isolamento durou anos. O refugiado relata que as circunstâncias eram horríveis. Em todo esse tempo, a Bíblia permaneceu escondida no pote enterrado no jardim da antiga casa.
Quando foram liberados, a missão Portas Abertas pode então, ajudá-los a se restabelecerem através dos contatos que são mantidos na Coréia do Norte. “Eles eram tão gratos, eles nos deram essa Bíblia”, afirmou Simon, referindo-se à Bíblia do pote. Simon, que não teve seu segundo nome revelado para mantê-lo discreto, é o principal correspondente da Portas Abertas para os cristãos perseguidos na Coréia do Norte. “Claro que nos certificamos que eles recebessem uma nova bíblia”, afirmou o missionário, que pretende um dia levar todos os materiais ligados ao cristianismo que são enviados para fora do país pelos cristãos da Coréia do Norte, de volta ao território norte-coreano: “Então poderemos mostrar ao povo norte-coreano o infinito e indestrutível poder da Palavra de Deus”, disse.
http://www.adsananduva.com.br/site/coreia-do-norte-cristao-refugiado-conta-a-historia-de-uma-biblia-escondida
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