29 de novembro de 2011

NOVO CAMPO MISSIONÁRIO

Acari/RN

A Graça e a Paz no nome Santo de Jesus Cristo de Nazaré a todos os irmãos e irmãs.

Amados, nossa família depois de algum tempo pregando a Palavra de Deus em algumas partes do Sertão Nordestino, nos deparamos com várias cidades e comunidades muito carentes da Palavra de Deus, pessoas se prostituindo, usando drogas, escravas do vicio e das armadilhas do diabo para destruição da humanidade.

Em uma cidade chamada Acari no Rio Grande do Norte, onde mora meu pai e sua família (o qual conheci aos nove anos de idade) vimos a necessidade de implantarmos uma igreja naquele lugar.

A pequena cidade de Acari, no Seridó do Rio Grande do Norte possui população de 11.209 habitantes (IBGE, 2000), sendo 8.865 habitantes na zona urbana e 2.344, na zona rural, uma cidade de bioma caatinga, terra seca e de pouco sustento, a população em sua maioria, se sustenta através de aposentadorias.


É considerada a cidade mais limpa do Brasil e abriga um importante acervo religioso do século XVIII, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

Uma festa do rosário em devoção a padroeira é realizada com celebrações religiosas: novenários, missas, batizados, procissão e eventos sociais: pavilhão da festa, leilões, bingos, sorteios, quermesse, apresentação folclórica do Pastoril e encontro dos grupos convidados dos Negros do Rosário.

Devido a esse patrimônio e essas festas bem populares na cidade a maioria da população é de uma cultura totalmente idólatra.

Acari não tem poucas igrejas evangélicas, e em toda a cidade se pode encontrar apenas 6,9% da população convertida ao evangelho, pouco mais de 700 pessoas.

Ganhamos um terreno em uma comunidade dentro da cidade medindo 7,5 X 15m, vamos construir uma casa com um salão para iniciarmos um trabalho evangelístico naquele lugar.

Estamos precisando de suas orações, e se possível ajuda financeira este proposito, já ganhamos alguns materiais de construção, mas ainda falta muito, a mão de obra é a mais cara de todas.


Peço a você, meu irmão e minha irmã em Cristo Jesus, vamos nos unir para atingir esse lugar, o evangelho deve ser pregado.

Se você sentir o desejo de nos ajudar, só se sentir o desejo, não peço que tire de onde você não tem, peço que se você sentir o desejo nos ajude, precisamos muito de você.

E se você não pode ajudar financeiramente para a construção da casa missionária com o salão para os cultos, apenas ore por esse propósito. “Deus vai te ouvir, eu creio nisso”.

Conta para oferta
Caixa Econômica Federal
Ag. 0805 Op. 003 C/C. 368-0
Renato Magnus de Souza Costa
Deus te abençoe grandemente, em nome de Jesus!
Renato Magnus, Erica Juliana e filha, Ana Sara
Contato: (84) 8712.3193 OI | (84) 9912.9344 TIM
renatomagnus@live.com | erica-julliana@hotmail.com

15 de novembro de 2011

OPERAÇÃO MOBILIZAÇÃO

A Operação Mobilização tem suas raízes nas orações de uma dona-de-casa norte-americana. Nos anos 50, Dorothea Clapp começou a orar fervorosamente pelos estudantes locais de um colégio. Ela pediu a Deus que tocasse o mundo através da vida daqueles jovens. E Deus respondeu suas orações!

A Sra. Clapp deu um Evangelho de João para um dos estudantes, que futuramente entregaria sua vida ao Senhor, em uma reunião de Billy Graham. Aquele jovem era George Verwer, o fundador da Operação Mobilização.

Na universidade, George e dois amigos se encontravam regularmente para orar. Eles sentiram um peso espiritual pelas necessidades do México. Em 1957 os três amigos venderam algumas coisas pessoais para arrecadar fundos e doaram suas férias de verão para distribuírem Evangelhos e literatura cristã no México. Os estudantes voltaram no verão seguinte, e depois no outro...

Quando eles se formaram em 1960, George e seus amigos viajaram para a Europa. Eles começaram a trabalhar na Espanha, compartilhando o Evangelho e distribuindo literatura. Mas a tarefa de alcançar toda a Europa parecia ser muito grande.

George e sua pequena equipe se deram conta de que o plano de Deus era mobilizar Sua igreja para alcançar as nações. Quando eles começaram a compartilhar esta visão, centenas de cristãos responderam. Então, a Operação Mobilização nasceu.

Em 1963, 2.000 cristãos tinham se unido nas campanhas evangelísticas de verão na Europa. Ao mesmo tempo, no primeiro ano, equipes foram para o subcontinente índico e para o mundo muçulmano. Seu compromisso era alcançar aqueles que nunca tinham ouvido falar do Evangelho.

Com este começo bem simples foi que a OM se originou. Hoje, mais de 6.000 missionários estão trabalhando em 113 países trazendo a verdade imutável de Deus para milhões de pessoas a cada ano.

No Brasil, a Operação Mobilização estabeleceu sua base em 26 de julho 1986 no Rio de Janeiro, sob a liderança de Décio Sanchez de Carvalho. A partir de julho de 1993 até o mês de Março de 2005, continuou a crescer e desenvolver seu ministério sob a liderança de Humberto Maia Aragão e desde Abril de 2005 está sob a liderança de Júlio Moromisato Jr.

Hoje, localiza-se na cidade de São José dos Campos/SP, onde funciona toda a estrutura administrativa, de treinamento, capacitação e envio de missionários.

Nosso principal foco tem sido motivar a igreja, recrutar e treinar brasileiros para serem enviados aos povos menos alcançados do mundo, além de apoiar as igrejas brasileiras com treinamentos de capacitação e em nosso contexto buscar demonstrar o amor de Deus de maneira prática através de Ajuda e Desenvolvimento Humanitário.

http://www.om.org.br/

2 de novembro de 2011

CML - EDIÇÃO DE ANIVERSÁRIO

Clique nas imagens para ampliar. Edição especial de aniversário da Cruzada Mundial de Literatura, uma agência missionária com distribuição de literatura evangelística em todo o mundo. A CML esteve presente em minha infância com seus boletins informativos de missões, dos quais tenho alguns exemplares guardados com muito carinho. Que Deus continue a abençoar essa obra tão preciosa. Feliz 4 de novembro de 2011!

23 de outubro de 2011

PERSEGUIÇÃO X LIBERDADE RELIGIOSA

Duas fontes atuais nos ajudam a definir o que é a perseguição – As Convenções da ONU (Organização das Nações Unidas), e a própria Bíblia Sagrada.

De acordo com o Artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.

O Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, de 1966, expandiu esse Artigo:

1. Toda pessoa terá direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Esse direito implicará a liberdade de ter ou adotar uma religião ou crença de sua escolha e a liberdade de professar sua religião ou crença, individual ou coletivamente, tanto pública como privadamente, por meio do culto, da celebração de ritos, de práticas e do ensino.

2. Ninguém poderá ser submetido a medidas coercitivas que possam restringir sua liberdade de ter ou de adotar uma religião ou crença de sua escolha.

3. A liberdade de manifestar a própria religião ou crença estará sujeita apenas às limitações previstas em lei e que se façam necessárias para proteger a segurança, a ordem, a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas.

4. Os estados-partes no presente Pacto comprometem-se a respeitar a liberdade dos pais - e, quando for o caso, dos tutores legais - de assegurar aos filhos a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.

Pode-se dizer então, que o individuo é perseguido se for privado de qualquer dos elementos fundamentais da liberdade religiosa.

Segundo o fundador da Portas Abertas, Irmão André, “perseguição não se refere a casos individuais, mas sim, quando um sistema, político ou religioso, tira a liberdade de um cristão ou o acesso à Bíblia, restringe ou proíbe o evangelismo de jovens e crianças, atividades da igreja e de missões.

Para o Irmão André, não é legítimo usar o termo perseguição para descrever uma tragédia individual que ocorre numa sociedade que concede liberdade religiosa. É um termo que deve ser reservado para comunidades inteiras que enfrentam campanhas organizadas de repressão e discriminação, como ocorreu no estado de Orissa, na Índia, em 2008.

Perseguição segundo a Bíblia

Além do apóstolo Paulo, os cristãos do Novo Testamento enfrentaram cinco fontes de perseguição:

Governantes (Atos 12.2)
Sacerdotes (Mateus 26.3,4; Atos 2.36; João 18.31; Atos 7.54-59)
Mercadores (Atos 16 e 19)
Agitadores (Atos 17)
Família (Mateus 10.35,36)

Enfim, a Bíblia afirma: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3.12).

Para grande parte dos cidadãos do mundo ocidental, cristãos ou não, o tema “perseguição religiosa” pode soar estranho. Uma das explicações talvez seja o fato de que a maioria dos países deste lado do globo vive em plena democracia e por isso, em geral, as pessoas estão acostumadas a ter seus direitos garantidos por lei. No entanto, essa ideia de que a liberdade e o acesso a direitos fundamentais estão consolidados para a maior parte da população mundial neste século 21 tem se mostrado uma ilusão.

Os países que apresentam elevados índices de restrições à religião não são maioria – 64, no total –, porém abrigam a maior parte da população mundial.

Países como China, Índia, Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, costumam ocupar as manchetes por diferentes motivos, mas raramente são vinculados pela mídia secular à perseguição, muitas vezes implacável, que impõem aos adeptos da fé cristã. Admitir e conhecer a realidade da perseguição é o primeiro passo para que a Igreja se posicione ao lado daqueles membros do Corpo que sofrem por seguir a Cristo e para que passe a agir em favor deles.

Se quiser saber mais detalhes sobre a perseguição nos dias de hoje, leia o livro A fé que persevera – Guia essencial sobre a perseguição à Igreja, de Ronald Boyd-MacMillan, publicado pela Portas Abertas.

No livro, Ronald Boyd-MacMillan afirma: “[Há] dois elementos centrais que nos levam além do Artigo 18. Primeiro, nas palavras de um pregador palestino ‘Isso não diz respeito a nós’. A perseguição diz respeito a Cristo, e a trindade do mal (carne, mundo e diabo) está tentando chegar até Cristo por meio de nós. Não somos nós, estritamente falando, o objeto da perseguição. Nós somos as vítimas dela. Segundo, a perseguição é universal. Essa trindade do mal está perseguindo Cristo, o nosso novo Senhor, estejamos definhando num campo de trabalhos forçados ou deitados no convés de um iate. Bastante simples: se levamos conosco a nossa nova identidade de Cristo, seremos perseguidos”.

portasabertas.org.br

10 de outubro de 2011

CORÉIA DO NORTE

Local no planeta onde ser cristão é mais difícil. Os cristãos são presos, torturados e mortos. No entanto, a Igreja está crescendo: há cerca de 400.000 cristãos no país

A Igreja e a Perseguição Religiosa
A Igreja

O cristianismo chegou à península coreana, no final do século XVII, através de católicos coreanos feitos prisioneiros de guerra e enviados ao Japão pelos algozes japoneses que invadiram o país com o propósito de dominar a China. Em terras nipônicas, os coreanos tiveram contato com o evangelho (muitos dos quais se tornaram mártires) e, quando puderam retornar a seu país, levaram consigo a nova fé. O início do cristianismo no país se deu no século XVIII (1793), quando a igreja passou por perseguições isoladas, mas suas raízes já estavam suficientemente fortes e fincadas na Coreia. Antes da guerra que dividiu a península corenana, a capital do país, Pyongyang, abrigava quase meio milhão de cristãos, constituindo na época 13% da população. Após a guerra, muitos cristãos fugiram em direção ao sul ou foram assassinados.
A perseguição

A Constituição prevê a "liberdade religiosa", no entanto, na prática, o governo restringe severamente qualquer atividade religiosa, exceto o que possa ser supervisionado rigorosamente por grupos reconhecidos oficialmente, ligados ao governo. Uma autêntica liberdade religiosa não existe, apenas igrejas rigorosamente controladas pelo governo. As igrejas que existem na cidade hoje são basicamente "igrejas de fachada", servindo à propaganda política sobre a liberdade religiosa no país. Quase todos os cristãos na Coreia do Norte pertencem a igrejas não-registradas e clandestinas. O culto deles se constitui de um encontro "casual" de dois ou três deles, em algum lugar público. Lá eles oram discretamente e trocam algumas palavras de encorajamento.

A perseguição aos cristãos foi intensa durante o período de dominação japonesa, especialmente devido à pressão exercida pelos dominadores para a adoção do xintoísmo como religião nacional. Desde a instalação do regime comunista, a perseguição tem assumido várias formas. Inicialmente os cristãos que lutavam por liberdade política foram reprimidos. Depois, o governo tentou obter o apoio cristão ao regime, mas como não teve êxito em sua tentativa, acabou por iniciar um esforço sistemático para exterminar o cristianismo do país. Edifícios onde funcionavam igrejas foram confiscados e líderes cristãos receberam voz de prisão. Ao ser derrotados na Guerra da Coreia, soldados norte-coreanos em retirada frequentemente massacravam cristãos com a finalidade de impedir sua libertação.

O Estado não hesita em torturar e matar qualquer um que possua uma Bíblia, quer esteja envolvido no ministério cristão, organize reuniões ilegais, quer tenha contato com outros cristãos (na China, por exemplo). Os cristãos que sobrevivem às torturas são enviados aos campos de concentração. Lá, as pessoas recebem diariamente alguns gramas de comida de má qualidade para sustentar o corpo, que deve trabalhar 18 horas por dia. A menos que aconteça um milagre, ninguém sai desses gigantes campos com vida.

Em setembro de 2007, a revista Newsweek destacou o drama dos cristãos norte-coreanos. Um desertor, Son Jong-Nam, converteu-se quando fugiu para a China, onde conheceu um grupo de missionários cristãos. Após certo tempo, ele voltou ao seu país como missionário. Lá, foi detido e acusado de ser espião. Atualmente, ele está no corredor da morte em Pyongyang. Son cresceu em boas circunstâncias por ser filho de um alto oficial. De acordo com a Newsweek, a esposa dele, grávida, perdeu o bebê depois de ter sido espancada durante um interrogatório na Coreia do Norte, por ter criticado o controle de alimentos de Kim Jong-Il. Desde o final do século XIX, cerca de cem mil norte-coreanos mantêm a fé cristã clandestinamente, segundo cálculos da Newsweek. Até mesmo Kim Il-Sung, o primeiro ditador da Coreia do Norte, falecido recentemente, veio de uma família cristã devota.

De acordo com missionários, os cristãos norte-coreanos mantêm suas Bíblias enterradas nos quintais, embrulhadas em plásticos. Alguns pastores na China oram por doentes e pregam através de interurbanos feitos por telefone celular, segundo a reportagem. Tudo isso num intervalo de tempo que vai de cinco a dez minutos. Os "cultos telefônicos" têm de ser rápidos e muitas vezes são interrompidos bruscamente, porque a Coreia do Norte usa rastreadores para localizar os telefones.

História e Política

Localizada na metade setentrional da Península da Coreia, no leste asiático, a Coreia do Norte é caracterizada por altas montanhas separadas por vales estreitos e profundos. Densas florestas cobrem cerca de dois terços do país. O topônimo Coreia deriva-se de Koryo, "alto e belo", nome da dinastia que governou o país de 918 a.C. até 1392 d.C. Os habitantes da península coreana imigraram da Sibéria entre os séculos X e XIII a.C. No ano 108 a.C., os chineses dominaram a península e a dividiram em 4 colônias chinesas. No século XIII, Koryo foi invadida por mongóis, que passaram a ter grande influência na corte. E em 1392, Yi Song-gye fundou a dinastia Choson (Yi), que durou até 1910.

O século XX foi decisivo para a configuração política atual do país. Com interesses políticos e econômicos sobre a península coreana e sobre outros países da Ásia, o Japão anexou a Coreia ao seu território, transformando o país em seu protetorado. Com a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial, a Coreia se viu livre para se consolidar como nação independente no cenário mundial. Foi a partir de 1945 que o cenário político atual da Coreia começou a se formar: nesse ano, com o apoio da União Soviética, o norte se proclamou independente do sul, recusando-se a cooperar com as Nações Unidas e passando a se chamar República Democrática Popular da Coreia, chefiada pelo primeiro ministro Kim Il Sung. No ano de 1950, o norte invadiu o sul da península, na tentativa de unificar a península sob o regime comunista, desencadeando a “Guerra da Coreia” (1950-1953), que culminou com a divisão definitiva da Coreia e a criação de dois novos países: Coreia do Norte e Coreia do Sul, o primeiro comunista e o último capitalista. O armistício assinado em 1953 definiu o paralelo 38 como a zona desmilitarizada da Coreia. A zona desmilitarizada entre os dois países continua sendo uma das áreas mais fortificadas e impenetráveis do mundo. A guerra quase irrompeu novamente no fim da década de 90, mas foi evitada graças a esforços diplomáticos. Não obstante, ainda há grande tensão entre as duas Coreias.

Desde a divisão, a Coreia do Norte teve apenas dois presidentes: Kim II Sung, que governou o país até 1994 e seu filho Kim Jong-il, que está no poder desde então. O governo exerce uma política unipartidária e é considerado como uma autocracia, ou ditadura comunista totalitária. O país tem sido profundamente marcado por um "culto à personalidade" que elevou o falecido ditador King Il-Sung, pai de Kim Jong-Il, à posição de deus. O mais provável é que Kim Jong-il seja substituído no governo do país por seu filho, Kim Jong-Un.
População

A população norte-coreana é de pouco mais de 24 milhões de pessoas, sendo 60% urbana. Etnicamente, ela é constituída quase que totalmente por coreanos (99%). Há um pequeno número de chineses e japoneses residindo no país. Segundo estimativas do governo, 70% da população não professa nenhuma religião. O restante segue crenças asiáticas, como xamanismo, confucionismo ou budismo. Há grupos cristãos de protestantes, católicos e ortodoxos.

Quase 100% da população é alfabetizada e tem acesso à educação. A população sofre com a fome, já que normalmente os alimentos do país são primordialmente direcionados ao exército. Há abertura para organizações humanitárias atuarem, a fim de aliviar a fome da população, mas os esforços não são suficientes. Isso acontece parcialmente por causa da corrupta liderança das forças militares. Eles interceptam muitas cargas de alimento e desviam-nas para os seus soldados. O próprio presidente Kim Jong-Il disse, certa vez, que só precisa que 30% da população sobreviva.

Economia

A economia da Coreia do Norte é totalmente centralizada no Estado, totalmente planejada pelo governo; a indústria pesada e a agricultura (arroz, milho, batata, soja) são as principais atividades econômicas do país. Pyongyang é o centro comercial do país; as relações econômicas da Coreia do Norte com outros países são poucas, sendo a China o principal parceiro comercial do país. O turismo é também uma importante fonte de renda para a Coreia do Norte: todo turista ou grupo de viajantes deve conhecer o país sempre acompanhado de um guarda ou representante do Estado.

http://www.portasabertas.org.br/cristaosperseguidos/perfil/coreiadonorte/